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12 jun 2017

SER MAIS VOCÊ AULORE 3: COMO TER AMOR PRÓPRIO E MELHORAR SEUS RESULTADOS

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A vida vai passando e cada vez mais as várias atividades do dia a dia tomam conta da sua mente e da sua agenda, sem deixar um tempinho se quer pra você  cuidar de si mesma. Isso acontece com você ou só com suas amigas?

Vamos lá,  assumir a responsabilidade sobre suas escolhas é o primeiro passo para praticar o amor próprio e com isso alcançar resultados melhores em todas as áreas da sua vida. E se você pensar bem, é você mesma que está escolhendo viver essa vida louca no piloto automático.

 Pare e analise: qual é o papel que você desempenha em sua própria vida? É o de protagonista ou de coadjuvante? Você é a atriz no palco da vida ou esta sentadinha na plateia deixando que as circunstâncias assumam o controle?

Estamos acostumadas a lidar bem com os sentimentos dos outros, mas o mesmo não acontece quando se trata dos nossos. Falta amor próprio.

Quer dar o passo fundamental para o seu sucesso? Entenda um pouco mais sobre amor próprio nos tópicos a seguir.

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O que tem a ver o Amor Próprio com seus resultados

Todos os dias, quando acordamos, começamos a lidar com uma série de coisas a fazer. Elas vão das mais simples, como arrumar a cama, às mais complexas, como fazer todas as atividades pessoais e profissionais do dia caberem em sua agenda.  Alguns dias parecem ser mais tranquilos, enquanto outros são um verdadeiro caos e nessa loucura da rotina, é bem comum nos encontrarmos sobrecarregadas, exaustas e estressadas. Isso é “normal”? Com toda certeza, não!

Mas o fato é que isso é bem comum entre nós mulheres, principalmente, quando nós não desempenhamos adequadamente os papéis que deveríamos assumir com excelência. É o que chamamos de “estar em segundo plano” ou “sentar-se na plateia”.

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Por que o amor próprio é importante

 

Gustavo Santoslife coach português, define o amor próprio como “o caminho dos não-egoístas”. Em um primeiro momento, essa definição pode confundir nossa mente. Desde pequenos, nós somos habituados a encarar o amor próprio como algo ruim, associado ao egoísmo. O “certo” seria ceder sempre ao que os outros querem, necessitam e nos solicitam. Em muitos casos, crescemos ocupando um papel de segundo plano em nossas vidas. É assim que deixamos de aprender a dizer “não” para as situações que não nos agradam.

Santos vai além em sua definição de amor próprio. Ele diz que nos amamos quando perdoamos os demais que nos magoam; quando aceitamos o que não controlamos; quando transformamos o mau em bom; e quando adquirimos a habilidade de nos colocar no lugar dos outros. Resumidamente, precisamos estar alinhados com a nossa essência para ter a destreza que nos permite pensar nos demais, sendo com eles o que somos conosco.

É necessário que sejamos assim, pois o contrário (ser com os demais o que não somos conosco ou dando a eles o que não nos damos) nos leva sempre a esperar algo em troca, ou seja, nos torna egoístas. Dessa forma, passamos a agir sempre pensando em nós mesmos, no que queremos e esperamos dos outros.

 

Amor próprio é muito diferente de egoísmo.

Você percebe como o amor próprio é muito diferente do egoísmo? O amor próprio permite que, estando bem conosco, nós consigamos estabelecer uma excelente relação com os demais, oferecendo o máximo do que temos de bom.

Sendo assim, podemos considerar o amor próprio como algo extremamente importante para qualquer indivíduo.

E você? Se ama como deveria? A ideia de “se amar” soa, às vezes, como algo clichê. Lembre-se: nós aprendemos desde cedo a encarar o amor próprio dessa forma. O fato é que, se você tem uma visão negativa de si própria, como você espera que seja a visão das outras pessoas?

Uma vida sem amor próprio tem consequências. A falta dele faz com que estejamos abertos a sentimentos indesejados, como a insegurança. Tudo piora ainda mais quando ela evolui para o medo, levando nossa autoestima para o patamar mais baixo de todos, nos deixando completamente frágeis emocionalmente. É dessa forma que nossos sonhos e objetivos acabam sendo prejudicados e por consequência nossos resultados.

No âmbito profissional, passamos a questionar nossa capacidade intelectual. Estamos prontos para encarar um novo desafio? Somos capazes de assumir um negócio próprio? As dúvidas surgem e, por vezes, nos consideramos incapazes de encarar o novo, optando por ficar em uma zona de segurança imaginária — mais popularmente conhecida como “zona de conforto”, que a bem da verdade é super desconfortável.

 

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Pratique o autoconhecimento para encontrar o amor próprio

Você notou como o amor próprio exige da gente uma boa dose de autoconhecimento? Para que consigamos amar o que fazemos, precisamos antes saber quais são os nossos gostos pessoais. A prática de se conhecer melhor faz com que tenhamos um maior controle sobre nossas emoções, pois reconhecemos nossas qualidades, defeitos e limites. O controle emocional proporcionado pelo autoconhecimento combate a baixa autoestima, ou seja, aumenta o amor próprio.

Sentimentos como inquietude, frustração, instabilidade emocional, irritabilidade, ansiedade e estresse passam a ser controlados com mais precisão. O autoconhecimento é a chave por trás do amor próprio. Seus exercícios proporcionam bem-estar, abrem caminho para resoluções produtivas conscientes acerca dos problemas que você tem para resolver. A prática do autoconhecimento conecta você ao amor próprio então observe-se, explore-se, experimente coisas novas, abra mão das expectativas, aprenda a dizer NÃO quando quiser dizer não e a dizer SIM quando quiser dizer sim, Questione suas próprias atitudes e tome a decisão, dia a dia, de ser quem você realmente é.

Se você sente que precisa de apoio para despertar seu amor próprio e conquistas mais resultados em sua vida, acompanhe nosso conteúdo no blog www.sermaisvoce.com.br ou entre em contato comigo. Eu posso te apoiar!

 

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5 abr 2017

SER MAIS VOCÊ AULORE 2: COMO ACABAR COM OS GREMLINS DA SUA VIDA

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Alguma vez você já se pegou dizendo assim:

“Eu deveria ter feito isto”, “eu tinha de ter feito aquilo”, “assim não dá”, “está tudo errado”, “assim não funciona”.

Algumas pessoas vivem a vida inteira ouvindo uma voz interior, cheia de mandos, principalmente com esse monte de deveria, tinha e mais uma série de palavras que representam a autocobrança na sua vida.

É como se existisse uma pessoa no seu íntimo que fica reprovando e julgando você o tempo todo, e de fato esse ser existe e eu o chamo de “gremlin”, o famigerado crítico interno.

Muitas vezes, deixamos de nos comportar naturalmente para responder na forma automática de mandos e desmandos como “eu nunca devo fazer isso” “eu jamais faço aquilo”, dando ouvidos aos gremlins do nosso autojulgamento. E em razão dessas cobranças internas começamos a agir mediante essas tais regras, sem considerar que para cada situação existe a possibilidade para uma nova atitude e reflexão.

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Mandando em si mesmo

A pessoa que dá muito ouvido ao seu gremlin interno se cobra muito e impõe para si um alto grau de perfeccionismo ou um alto grau de crítica. Um dia nos tornamos escravos desses monstrinhos.

As imposições como atitudes, conceitos, regras, geralmente vêm do mundo externo, mas cada um absorve como sendo seu, e ainda sem discernir se é coerente ou não.

Às vezes, simplesmente quando admiramos alguém e acreditamos nesta pessoa já incorporamos dentro de nós coisas que é dela como comportamentos, frases, conceitos.

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Cobrando a dívida interna e o saldo negativo

A decepção sempre surge quando não se consegue realizar “os deverias”.

Mas também ocorre sofrimento quando se realiza “os deverias”, porque a ação se realiza com sacrifício e muitas vezes sem necessidade, mas para atender ás regras do mundo externo, ás quais adotamos como verdades absolutas. Essas regras são incorporadas pelos gremlins que passam a ser os verdadeiros juízes das nossas ações.

O pesar aparece justamente quando você, mesmo sabendo que não gostaria de fazer tal coisa, insiste e faz. É o mesmo quando alguém lhe pede para que faça alguma coisa e mesmo sem vontade, mas para agradar o outro, você vai e faz. Quem se satisfaz? Certamente que não é você.

Talvez a sua consciência tenha dito para você fazer porque é importante devido a “isto e aquilo”. Ou talvez você tenha dado ouvido mais uma vez ao seu “amigo” gremlin.

Tudo que não é feito de coração não tem valor. Várias atitudes em função de agradar os outros contribuem para uma existência infeliz.

Quem se cobra e sente que continua se devendo, não aproveita cada momento como único.

A cobrança interna gera um rombo na sua autoconfiança. E cada minuto não vivido, mas cobrado não volta mais. E assim você fortalece cada vez mais a existência desse crítico interno que comanda sua vida, com a sua permissão.

Aquele que se cobra coloca para si obrigações, as quais o fazem perder a criatividade e a espontaneidade.  Ás vezes sente-se tão pressionado pelo que acha que “deveria fazer” que se aprisiona em suas criações e acaba vivendo em um mundo paralelo, um mundo de ilusão.

Quando alguém se restringe apenas aos seus deverias internos, acaba generalizando tudo o que encontra pela frente, o resultado é uma forma rígida de viver e encarar o mundo. Exatamente o que o Gremlin quer, pois assim ele te mantém sob controle, estacionado na sua zona de conforto, fazendo tudo sempre do mesmo jeito porque apesar do desconforto constante, é menos arriscado continuar assim.

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Alguma vez você parou para perguntar por que isto acontece?

Pessoas que sofrem de auto cobrança vivem como se estivessem carregando uma gigantesca e pesada mochila nas costas.

São geralmente pessoas perfeccionistas, que se exigem demais, porque não aceitam jamais os erros e estão sempre atentas para se proteger das falhas; tais pessoas acabam devedoras de si mesmas.

Além disso, tem grande dificuldade em encarar o fato de que aproveitar a vida tem mais a ver com a aceitação responsável do que é possível ser feito, do que com o excesso de controle. Tem mais a ver com a capacidade de lidar com sua vulnerabilidade do que com sua perfeição, que aliás, não existe. A resistência maior está na verdade, em ser honesto consigo mesmo, aceitando que há coisas na vida que realmente dependem do seu esforço, da sua dedicação e ainda mais da sua motivação pessoal.

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Como reduzir a presença dos Gremlins na sua vida?

Como coach eu sei que você já sabe o que fazer, mas aqui vão algumas dicas:

  • Viva mais e pense menos.
  • Olhe para os lados e veja que não existe perfeição no ser humano;
  • Identifique com clareza o que você quer e o que você não quer mais na sua vida.
  • Busque clareza também sobre o que é importante e o que não é importante na sua vida;
  • Identifique as pessoas que são importantes na sua vida e aquelas que só contaminam sua autoconfiança.

Procure não aceitar tudo o que aparece na vida, principalmente pensamentos, convicções e comportamentos, só porque é bonito, está na moda, os outros valorizam, os outros usam, os outros fazem. Procure ser mais congruente e considerar o que está mais de acordo com seus valores, suas vontades, com sua percepção da vida.

Seja otimista com você mesmo. Aprenda a se olhar, a se reconhecer, a se valorizar e a ter admiração pela pessoa que você é, pois não existe no mundo nenhum ser humano se quer igual a você. Você é único, portanto se cobre menos e tenha comportamentos mais saudáveis a cerca de você mesmo.

Seja mais assertivo, para isto observe como você se comporta e quais as consequências dos seus atos, procure pensar antes de agir e a melhor forma de fazer isso é respirando. Respire. Respire. Respire.

“Seu futuro depende de muitas coisas, mas principalmente de você.”

Frank Tyger

 

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22 mar 2017

SER MAIS VOCÊ AULORE: O MEDO FOI MEU MAIOR PRESENTE

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Olá, tudo bem?

Aqui Ana Mayarin, idealizadora do Programa de autodesenvolvimento SER MAIS VOCÊ. E em parceria com a Aulore estamos começando um maravilhoso trabalho onde vamos entregar a vocês, leitoras queridas, uma serie de conteúdos em vídeo, texto, posts etc, para apoiá-las a vencer os desafios comuns á nossa vida diária.

Equilibrar família e trabalho, tempo e dinheiro, administrar os vários papeis de empreendedora, empresária, namorada, esposa, mãe, filha, amiga, gestora, e outros tantos mais, você também vive esses dilemas? Então, queremos apoiá-la a lidar com esses desafios no seu dia a dia e ainda a ser mais você mesma, ser essa mulher poderosa, sensível, alegre, decidida, forte, meiga, meio mulher maravilha, e que também tem o direito de ser vulnerável, insegura ou de sentir tristeza como qualquer ser humano normal.

A questão é que todas nós, muitas vezes, acabamos nos esquecendo de quem somos e, sem perceber, adotamos os padrões comportamentais e as crenças limitantes e impositivas que a sociedade nos coloca. Quando digo sociedade, isso começa na nossa família, desde o berço. É aí que o MEDO começa a nos acompanhar.

Neste primeiro artigo vamos falar desse mocinho (eu costumo chamar de “gremlins”) que nos acompanha desde sempre e se você for honesta consigo mesma vai concordar comigo. O MEDO é nosso maior sabotador. É dele que vamos falar e deixar aqui algumas dicas para que você possa vencê-lo dia a dia, momento a momento.

Mesmo com todos os cursos e terapias que já fiz e as experiências de superação pelas quais passei, o medo ainda insiste em fazer parte da minha vida, a diferença está em como eu lido com isso hoje em dia.

Varias coisas me dão medo, algumas mais, outras menos. Medo de errar, medo de fracassar, medo de ser injusta, medo de machucar o outro, medo de ser julgada, medo de arriscar, medo de morrer, medo de brilhar….. Pois é, aprendi isso com Marianne Williamson e com a mais desafiante das experiências que tive. Quando descobri um câncer de mama me deparei com o medo da morte e esse foi sem dúvida o mais desafiante de todos, no entanto, foi também o mais transformador, pois a partir desta experiência aprendi que os outros medos eram fichinha, rsrsrs.

Ana

É claro que você não precisa de um diagnostico desses para descobrir que o medo pode ser bom se você utiliza-lo para dar um salto na sua vida. O medo nos ajuda a ser cautelosas, nos apoia a analisar melhor as circunstâncias e nos mostra também que se o enfrentarmos dia a dia, começamos a brilhar, a florescer novos talentos, novas habilidades, novas competências que vão nos levar mais longe do que jamais imaginamos.

“A ação cura o medo. Se ficar pensando muito, vou ou não vou, faço ou não faço, você alimenta o medo. Se a ação é consistente com suas metas, então aja!”

Essa frase é do Rodrigo Cardoso, mas vem de encontro com o que decidi fazer – passei a agir diante do medo.

Então, quem é você para não brilhar? Quem é você para ser menos do que pode ser? Quem é você para se esconder atrás de desculpas e limitações? Quem é você para ser diferente do que realmente é e do que merece ser?

É sobre tudo isso que vamos falar neste projeto maravilhoso SER MAIS VOCÊ AULORE. Vamos falar das coisas do universo feminino, mas especialmente do que nos faz ser quem realmente somos – ÚNICAS E ESPECIAIS.

Eu sou Ana Mayarin e se você quer mais conteúdo sobre autoconhecimento ou quiser conhecer mais do meu trabalho dá uma olhada no site www.sermaisvoce.com.br. Também estamos no facebook e no Instagram. Te vejo em breve por aqui….

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